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APRENDENDO COM OS EVENTOS EXTREMOS

Estados Unidos e Brasil são as duas principais portas de entrada dos chamados "eventos extremos" (furacões, tornados, ciclones, tufões, etc) no mundo. Conheça o projeto de reconstrução das casas destruídas pelo furacão Katrina que conta com o apoio do ator Brad Pitt. Em Santa Catarina, sucessivas tempestades mudaram a rotina de governos e comunidades que passaram a se planejar melhor para o enfrentamento de tragédias ambientais.

Quarta-feira, 10/2 às 23:30h na Globo News

Horários alternativos:
Seg
03:05, 08:30, 16:30
Qua 05:05
Sab 05:30
Dom 21:30

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“ESPIRITISMO E ECOLOGIA”, DE ANDRÉ TRIGUEIRO: 1ª Edição com 10.000 exemplares esgotada!

Editora FEB lança 2ª Edição.

O jornalista André Trigueiro lançou seu novo livro “Espiritismo e Ecologia” em Setembro de 2009. A 1ª edição com 10.000 exemplares já está esgotada!
Confira a 2ª edição nas livrarias em todo o Brasil e na editora FEB.

No livro, Trigueiro identifica os muitos pontos em comum que existem entre o Espiritismo e a Ecologia. “Se a ciência ecológica oferece um amplo espectro de observação, interligando sistemas que variam do micro ao macrocosmo, o Espiritismo desdobra esse olhar na direção do plano invisível, alargando enormemente o campo de investigação”, revela o autor. Segundo Trigueiro, “são tantas as afinidades, que certas obras espíritas poderiam perfeitamente embasar alguns postulados ecológicos”.

De forma clara e objetiva, o livro instiga o leitor a perceber que as múltiplas crises que experimentamos na atualidade (econômica, ambiental, social, ética) demandam uma nova percepção da realidade e um nível de comprometimento maior com a vida em suas mais diversas manifestações. O livro, o primeiro editado pela FEB inteiramente em papel reciclado, ainda traz um minidicionário ambiental com 140 verbetes extremamente úteis para consultas e estudos.

Confira o endereço da livraria mais próxima: Clique aqui

Relação dos capítulos:
• O Espiritismo em frases de efeito
• Sinais de alerta
• Espiritismo e Ecologia
• No fervilhar do século XIX
• Kardec e Haeckel
• A ciência espírita
• A ciência ecológica
• Construindo pontes de afinidade
• O planeta está dentro de nós
• Em busca da sustentabilidade
• Senso de urgência
• Lei de Destruição
• Poluição e Psicosfera
• Consumo consciente
• Mídia, Criança e futuro
• O consumo segundo o Espiritismo
• Sustentabilidade como valor espiritual
• Um planeta vivo?
• Uma nova chance para o amor universal
• Enquanto isso, nos centros espíritas
• Um pequeno dicionário ambiental

Entrevista com André Trigueiro: “Quem busca o equilíbrio através da religião precisa ser sustentável”

Resenha: Sustentabilidade como valor espiritual

André Trigueiro é jornalista com pós-graduação em Gestão Ambiental pela COPPE/UFRJ, criador e professor da disciplina "Jornalismo Ambiental" no Curso de Comunicação Social da PUC/RJ, autor do livro Mundo Sustentável - abrindo espaço na mídia para um planeta em transformação" (Editora Globo, 2005), coordenador editorial e um dos autores do livro Meio Ambiente no século XXI (Editora Sextante, 2003; em 5ª edição pela Editora Autores Associados, 2008).

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Lições da COP-15 devem inspirar COP-16, dizem ONGs

Com informações da ONG Vitae Civilis

De acordo com ambientalistas brasileiros, países precisam voltar a confiar uns nos outros

SÃO PAULO - A cúpula do clima em Copenhague, COP-15, não trouxe o acordo ambicioso que todas as organizações não governamentais (ONGs) reivindicavam para as negociações internacionais de políticas e ações em mudanças climáticas. Mas a mobilização da sociedade trouxe avanços significativos para a forma como a questão das mudanças climáticas será abordada de agora em diante.

Esta foi a principal conclusão do encontro de avaliação da COP-15 realizado na noite desta quarta-feira, em São Paulo, por iniciativa da ONG Vitae Civilis em parceria com Oxfam, Campanha TicTac, IDEC, PNBE, Movimento Nossa São Paulo, Coletivo do Dia Mundial Sem Carro, SOS Mata Atlântica, ISA, FBOMS e Matilha Cultural.

"As metas apresentadas pelos países no final de janeiro apontam para um aumento médio da temperatura do planeta em torno de 4ºC", alertou Gaines Campbell, especialista em mudanças climáticas do Vitae Civilis e membro da coordenação internacional da Climate Action Network (CAN). “Os documentos enviados à UNFCCC apenas comprovam que não temos um acordo justo, ambicioso nem vinculante.” (...)

“A boa notícia é que isso traz as negociações de volta aos dois caminhos, conforme estabelecido na COP-13, em Bali”, destaca. “A tentativa de derrubar os trabalhos feitos até agora pelos negociadores em prol de um documento único fracassou.” (...)

Dentro desse contexto, a posição do grupo BASIC , formado por Brasil, África do Sul, Índia e China, de articular com os Estados Unidos o Acordo de Copenhague, é questionada por Gaines. “Para o Brasil, trata-se de uma jogada de risco, pois afasta nosso país do grupo dos países em desenvolvimento, o G77, do qual éramos líderes", adverte Gaines. "Não podemos nos esquecer que os dois grandes emissores dos gases de efeito estufa do BASIC, China e Índia, são também duas grandes potência econômicas com realidades muito diferentes da nossa. Não temos como saber se a condução que eles darão à postura do BASIC beneficiará ou não o Brasil."

Para saber mais sobre o tema, visite as páginas:
www.vitaecivilis.org.br  e www.vitaecivilis.org  
www.tictactictac.org.br ou www.tcktcktck.org

Leia mais: Estadão
http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid506406,0.htm

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Acessibilidade e Turismo de Aventura em sintonia

Programa Aventura Segura oferecerá aos amantes da adrenalina um Manual de Orientações para Acessibilidade em Turismo de Aventura

Você é um amante de aventura e de práticas ao ar livre e tem alguma deficiência ou mobilidade reduzida?

Conte sua experiência e dê sua contribuição para o Manual de Orientações para Acessibilidade em Turismo de Aventura por meio de pesquisa disponível AQUI.

O manual, uma ação do programa Aventura Segura, desenvolvido pelo Ministério do Turismo (MTur) em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (ABETA) e o Sebrae Nacional, pretende estimular as empresas do segmento a implementar recursos de acessibilidade.

Os dados levantados junto ao público consumidor farão parte de um capítulo do manual. Por meio da pesquisa básica do consumidor deficiente ou com mobilidade reduzida, será possível levantar informações, como as principais atividades praticadas por esse público e as maiores dificuldades enfrentadas na prática do Turismo de Aventura.

Leia mais: Ministério do Turismo

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Carros elétricos devem invadir as ruas em poucos anos

Por Paula Scheidt

Pesquisa em Nova York, Xangai e Paris mostra que estes veículos podem representar 15% da frota em 2015, enquanto que União Européia se prepara para lançar programa para incentivar um crescimento nas vendas já em fevereiro

Com diversos modelos de carros híbridos ou somente movido a eletricidade, o tradicional Salão do Automóvel de Detroit deste ano já deu amostras de um futuro que busca se afastar cada vez mais do motor de combustão interna.  (...)

E a presença nas ruas de megacidades destes veículos deve aumentar mais cedo do que se imagina. Um relatório independente divulgado neste mês pela McKinsey & Co. mostra que eles podem representar mais de 15% da frota nas cidades de Nova York, Xangai e Paris em 2015.

A consultoria analisou o comportamento dos consumidores nestas três cidades e chegou à conclusão que os primeiros compradores de carros elétricos estão dispostos a enfrentar alguns inconvenientes para ajudar o meio ambiente, como a falta de uma infraestrutura de abastecimento adequada. As cidades foram escolhidas por serem muito poluídas, com grandes populações e trechos curtos a serem percorridos que pudessem suportar os limites de autonomia dos veículos elétricos.

Nova York foi a cidade que se mostrou mais promissora, com uma demanda de 16% por tais veículos em 2015. Paris apareceu com uma demanda de 9% e Xangai, 5%.

Leia mais sobre os projetos europeus: Carbono Brasil

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Os novos padrões de consumo para a sustentabilidade

A necessidade de redesenhar novos padrões de consumo foi o tema de um dos debates do Fórum Econômico Mundial, que aconteceu no final de janeiro, em Davos (Suíça). Entre os debatedores estavam Mark Parker (EUA), presidente e CEO da Nike, Paul Polman (Inglaterra), CEO da Unilever, Leo Apotheker (Alemanha), CEO da SAP, e Harish Hande (Índia), diretor da SELCO Solar Light, uma empresa de energia renováveis.

O debate partiu de uma questão básica: se a maioria dos consumidores atualmente está disposta a comprar produtos sustentáveis, de acordo com várias pesquisas, como os modelos de negócio deveriam ser redesenhados para incorporar valores sustentáveis para o consumidor?

Veja um resumo das principais conclusões:

• As empresas precisam assumir a liderança e influenciar o comportamento do consumidor enquanto adotam novos modelos de negócios que otimizem os lucros sem destruir os recursos naturais

• Os novos modelos de negócios deveriam incluir tanto mudanças incrementais quanto mudanças estruturais e mais profundas

• Uma ação imediata e proativa é necessária em todos os elos da cadeia de fornecedores; isso só pode ser conseguido por meio de parcerias

• As empresas são responsáveis por educar os consumidores e por influenciar uma mudança no seu comportamento. Atualmente, 90% dos consumidores afirmam que gostariam de contribuir positivamente para a sustentabilidade, mas não querem pagar a mais por isso

• O crescimento deveria ser desconectado do impacto ambiental, e as iniciativas das empresas não devem ser baseadas em filantropia

• Para lidar com gerenciamento de recursos naturais e de impactos ambientais a transparência é fundamental, tanto dentro das empresas como na comunicação com os consumidores. Estabelecer padrões e rotulagens para comunicar o impacto ambiental dos produtos pode ajudar as empresas e os consumidores a otimizar o uso dos recursos naturais

• O mesmo princípio de transparência deveria levar as agências de publicidade a recusarem a prática do “greenwashing” – criar uma falsa imagem de empresa “verde” e sustentável

• As empresas não devem ficar esperando nem por regulamentações governamentais, nem que os consumidores demandem por mudanças.

Fonte: Mercado Ético

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Editado por Daniela Kussama