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Assista no Cidades e Soluções:

Jardins comestíveis

No Cidades e Soluções você vai conhecer os jardins comestíveis, a moda que tomou conta dos Estados Unidos neste tempo de crise e que contou com a precisa ajuda da primeira-dama Michelle Obama.

Veja também o primeiro mercado de orgânicos do Brasil inaugurado em Curitiba.

Domingo, 5/7, às 21:30h, na Globo News

Horários alternativos:
Seg
03:05, 08:30, 16:30
Qua 05:05, 23:30
Sab 05:30


FIQUE LIGADO!

Estamos comemorando mais um horário de exibição na grade da Globo News:
Quarta-feira às 23:30h

Dê ideias para um novo programa Cidades e Soluções Especial! Participe! http://especiais.globonews.globo.com/cidadesesolucoes/2009/06/24/de-ideias-para-um-novo-programa-especial/

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SP vai ter o primeiro ônibus a hidrogênio da América Latina
(Fonte: Blog Verde)

São Paulo será a primeira cidade da América Latina a conviver com ônibus movidos a hidrogênio. No lugar da fumaça de gás carbônico, o ônibus passará a emitir vapor d´água.

O novo modelo de transporte foi apresentado hoje, mas só começará a circular em agosto.

Com a construção do primeiro veículo deste tipo na América Latina, o Brasil passa a ter posição de destaque ao lado dos Estados Unidos, Alemanha e China. O Brasil é um dos cinco países do mundo que dominam a tecnologia e que têm ônibus movidos a hidrogênio.

O projeto prevê a fabricação de até quatro veículos, mais a montagem da estação de produção de hidrogênio e abastecimento dos ônibus, em São Bernardo do Campo, será feita com o apoio técnico da Petrobrás, da BR Distribuidora e da AES Eletropaulo.

Leia mais:
http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/posts/2009/07/01/sp-vai-ter-primeiro-onibus-hidrogenio-da-america-latina-200910.asp

E assista ao vídeo do programa Cidades e Soluções – Veículos elétricos, em: http://www.mundosustentavel.com.br/globo110508.asp

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ONU elege Brasil campeão em energias sustentáveis
(Fonte: Ambiente Brasil)

A Unep (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) divulgou recentemente o relatório "Tendências Globais de Investimentos em Energias Sustentáveis 2009" que aborda investimento em tecnologia por região geográfica, as perspectivas do uso de energias sustentáveis, os fundos de investimento, alem de fazer uma avaliação individual dos países em desenvolvimento, informa o Boletim do Escritório do Carbono, da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro.

O Brasil foi considerado campeão mundial no uso de energias renováveis, visto que 46% de toda a energia consumida no país é proveniente de fontes limpas, onde se destacam a hidroeletricidade e os biocombustíveis. Algumas ações brasileiras foram destacadas, tais como, a utilização de 25% de etanol na gasolina, produção de automóveis do tipo flex fuel (bicombustíveis) representando 90% dos carros novos e adição de 2% de biodiesel ao diesel com previsão de aumento para 5% em 2013.

O Programa de Incentivo as Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) que consta do Plano Nacional de Mudança do Clima, também foi citado pelo relatório como um importante instrumento de incentivo para o uso de energia eólica e de biomassa.

O relatório está disponível no site da UNEP: ww.unep.org

Leia mais: http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=46446

E assista ao vídeo do programa Cidades e Soluções – Pequenas centrais hidrelétricas, em: http://www.mundosustentavel.com.br/globo150608.asp

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Linha de casas modulares ecológicas da Clayton Homes (EUA) é barata e garante eficiência energética
(Fonte: Núcleo IVE-URB)

Clayton Homes, a maior empresa de casas modulares dos EUA, lançou uma linha de casas nova e ecologicamente correta, a “i-house” que promete ser 30% mais eficiente em termos energéticos do que as casas tradicionais.

Com design contemporâneo, painéis solares, sistema de reaproveitamento da água da chuva, soalho de bambu reciclado e uma série de outras características que poupam energia.

A linha apresenta dois modelos de casas: um maior, que custa $93 mil e outro, menor que custa $75 mil. Além do preço ser razoável, lembre-se que nessas casas o gasto com energia não ultrapassa os $70 mensais, caindo para até $1 se o cliente aderir ao sistema opcional de painel solar.

Leia mais e veja foto, em: http://nucleoiveurb.wordpress.com/construcoes-sustentaveis/

E assista ao vídeo do programa Cidades e Soluções – Greenbuilding, em:
http://www.mundosustentavel.com.br/globo220608.asp

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Consumidor?
(Fonte: Mercado Ético)

Por Nádia Rebouças é consultora de comunicação para transformação, diretora da Rebouças e Associados.

Há cerca de 5 anos, eu estava preparando uma apresentação para um encontro do Ethos, em São Paulo. O tema era “Balanço Social”. Era o começo do longo caminho para abandonar o tal do marketing social, que publicava books do Balanço Social, que se transformavam na peça mais importante para as empresas demonstrarem sua responsabilidade social. Minha preocupação era construir uma apresentação que demonstrasse que o Balanço Social não era uma “peça de marketing“, mas uma ferramenta que iria ajudar cada empresa a perceber como podia planejar suas conquistas para uma visão sustentável, tendo o balanço como instrumento de gestão mais consciente e responsável.

De repente me deu um insight: “O que estaria no dicionário sobre a palavra consumidor?”. Eu, que durante anos na minha vida de publicitária, tinha repetido, escrito, propagado a palavra: CONSUMIDOR! Abri o dicionário e tive uma enorme surpresa! Consumir: gastar, extinguir, iludir, enganar, esgotar, destruir.
Fiquei perplexa por perceber que era tudo o que fizemos nos últimos tempos.

Gastamos e extinguimos uma natureza exuberante que ganhamos de presente, desperdiçamos e jogamos fora nosso futuro, desperdiçamos milhões de vidas humanas no planeta, além dos animais. Consumimos. Sem parar. Inventamos desejos que nos enganam o tempo todo na ilusão da felicidade. Despertamos necessidades de consumo em milhões de pessoas, inclusive crianças e adolescentes, que não tem como atendê-los. (...)

Voltei para a apresentação e criei uma página onde coloco a palavra “consumir” e, em círculos, todos os significados que estavam no dicionário. Todas as vezes que mostrei essa apresentação pude perceber o efeito da mensagem. A seguir, sempre propunha a ressignificação do conceito consumidor: O INTERLOCUTOR.

A nova empresa, aquela que eu e muitos esperamos, vem descobrindo que deve matar o velho conceito de consumidor e começar a enxergar seus interlocutores. E o que quer dizer interlocutor? O dicionário me respondeu mais uma vez: agregar, trocar, interagir, prover. (...)

Bem-vindos os interlocutores! Aqueles que leem rótulos, notícias, escolhem origem e ingredientes, decidem o tempo de TV e o que seus filhos devem “consumir”. Conseguem, antes de pegar o cartão de crédito, pensar. Bem-vindo o cidadão consciente, o prospect de interlocutor, que se nega ser um gastador, destruidor de tudo, especialmente de sua identidade.

Leia mais: http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/consumidor/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=mercado-etico-hoje

E assista ao vídeo do programa Cidades e Soluções – Comércio Justo, em:
http://www.mundosustentavel.com.br/globo010908.asp

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Amianto
(Fonte: Repórter Eco)

Por Washington Novaes, jornalista, é supervisor geral do Repórter Eco. Foi consultor do primeiro relatório nacional sobre biodiversidade. Participou das discussões para a Agenda 21 brasileira. Dirigiu vários documentários, entre eles a série famosa "Xingu" e, mais recentemente, "Primeiro Mundo é Aqui", que destaca a importância dos corredores ecológicos no Brasil.

O Ministro do Meio Ambiente proibiu o seu uso em qualquer construção do seu Ministério ou órgãos a ele vinculados, como o IBAMA e a Agência Nacional de Águas.

A justiça derrubou mais um recurso contra a decisão que julgara constitucional lei do Estado de São Paulo, que também proíbe o uso de amianto.

Outra decisão judicial derrotou no Rio de Janeiro tentativa de impedir o tratamento obrigatório e gratuito, no sistema de saúde, de pessoas que sofram de doenças provocadas pelo amianto. Outros Estados já votaram leis semelhantes à de São Paulo.

Fora daqui, continua aumentando o número de países que proíbe o uso desse material, mesmo da variedade crisotila, produzida no Brasil e que os fabricantes nacionais alegam ser menos nociva.

Até o Canadá está discutindo no Congresso a possibilidade de proibir a exportação de crisotila, também por causa da possibilidade de prejudicar a saúde dos que trabalham nas minas e em indústrias que utilizam o material.

Mas é preciso que se discuta aqui um plano para a região de Minaçu, município goiano que depende muito da produção e comercialização da crisotila. Para que a proibição total, quando vier, não deixe sem alternativas sua população.

Leia mais:
http://www2.tvcultura.com.br/reportereco/artigo.asp?artigoid=170

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Editado por Daniela Kussama.